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A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) deflagrou nesta semana uma operação de grande impacto contra a fintech Naskar, acusada de aplicar um golpe financeiro que teria causado um prejuízo de R$ 1 bilhão a milhares de vítimas em todo o Brasil. Três pessoas foram presas preventivamente, e as investigações apontam para um esquema de pirâmide financeira disfarçado de investimento em criptomoedas e ativos digitais.
Neste artigo, vamos detalhar:
✅ Como funcionava o esquema da Naskar
✅ O papel dos investigados e as prisões
✅ O impacto nas vítimas e o prejuízo bilionário
✅ O que diz a polícia e as autoridades sobre o caso
✅ Como identificar golpes financeiros e se proteger
A Operação Naskar, conduzida pela Delegacia de Repressão a Crimes Contra a Ordem Tributária (DROT) da PCDF, cumpriu mandados de prisão preventiva e busca e apreensão em endereços ligados à fintech, localizados no Distrito Federal e em São Paulo.
Segundo a polícia, o esquema fraudulento operava desde 2020, atraindo investidores com promessas de altos retornos em curto prazo, principalmente por meio de criptomoedas e tokens digitais. No entanto, o modelo de negócio se assemelhava a uma pirâmide financeira, onde os novos investidores pagavam os rendimentos dos antigos, até que o sistema entrou em colapso.
Foram detidos:
A polícia também bloqueou contas bancárias e ativos digitais ligados aos investigados, buscando recuperar parte do dinheiro desviado.
A fintech Naskar se apresentava como uma plataforma de investimentos em criptomoedas e ativos digitais, prometendo retornos de até 10% ao mês – algo impossível de ser sustentável em um mercado legítimo.
Atração de vítimas
Investimento inicial
Pagamento de “rendimentos”
Colapso do esquema
Segundo a Polícia Civil do DF, o prejuízo estimado é de R$ 1 bilhão, com milhares de vítimas em todos os estados brasileiros. Algumas pessoas perderam todas as suas economias, enquanto outras contraíram dívidas para investir na plataforma.
🔎 Dados da investigação:
Em nota, a Delegacia de Repressão a Crimes Contra a Ordem Tributária (DROT) afirmou que:
“A Naskar operava como uma pirâmide financeira, onde os novos investidores pagavam os rendimentos dos antigos. Quando o fluxo de dinheiro parou, o esquema entrou em colapso, deixando milhares de pessoas no prejuízo.”
A polícia também alertou que outras fintechs suspeitas estão sendo investigadas por esquemas semelhantes.
A CVM, órgão que regula o mercado de capitais no Brasil, já havia emitido alertas sobre a Naskar em 2022, classificando-a como uma empresa não autorizada a captar recursos do público.
“A CVM reforça que qualquer empresa que prometa retornos garantidos ou acima da média do mercado deve ser vista com desconfiança. Investidores devem sempre verificar se a instituição está registrada nos órgãos competentes.”
O Banco Central também se manifestou, destacando que:
“Esquemas de pirâmide financeira são crimes contra a economia popular e devem ser denunciados. Recomendamos que os investidores busquem informações em fontes oficiais antes de aplicar seu dinheiro.”
Infelizmente, esquemas fraudulentos como o da Naskar são comuns no Brasil, especialmente no mercado de criptomoedas e investimentos digitais. Para evitar cair em golpes, fique atento a esses sinais:
✔ Promessas de lucros altos e rápidos (ex.: “Ganhe 10% ao mês sem risco”).
✔ Pressão para investir rápido (“Oferta por tempo limitado!”).
✔ Falta de transparência (não explicam como o dinheiro é aplicado).
✔ Depoimentos falsos (vídeos e fotos de “investidores ricos” que podem ser montagens).
✔ Empresa não regulamentada (verifique se está registrada na CVM ou no Banco Central).
✔ Pagamentos por indicação (esquemas de pirâmide incentivam recrutar novos investidores).
O golpe da Naskar é mais um exemplo de como esquemas fraudulentos podem destruir vidas financeiras. Com um prejuízo de R$ 1 bilhão e milhares de vítimas, o caso serve como alerta para que os brasileiros fiquem atentos a promessas milagrosas de enriquecimento rápido.
A Polícia Civil do DF segue investigando o caso, e novas prisões podem ocorrer. Enquanto isso, a recomendação é investir com cautela, buscar informações confiáveis e denunciar atividades suspeitas.
💬 Você ou alguém que conhece foi vítima da Naskar? Compartilhe sua experiência nos comentários e ajude a alertar outras pessoas!
Fachada da Polícia Civil do DF (crédito: PCDF/Divulgação)

Print de tela do site da Naskar (antes de ser tirado do ar)

Gráfico de pirâmide financeira (ilustrando como o esquema funcionava)

Delegados da PCDF em coletiva de imprensa

Vítimas protestando contra a Naskar (caso haja registros)

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