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Por [Seu Nome] | Times Brasil | CNBC
Nos últimos anos, o mercado de fintechs no Brasil cresceu exponencialmente, oferecendo alternativas inovadoras aos bancos tradicionais. Entre essas empresas, a Naskar se destacou com uma proposta ousada: remuneração maior que a do Banco Master, um dos maiores players do setor financeiro brasileiro.
No entanto, o que parecia uma oportunidade promissora para milhares de investidores se transformou em um dos maiores casos de desaparecimento de recursos no mercado financeiro digital. A fintech, que chegou a administrar R$ 1 bilhão de clientes, sumiu do mapa, deixando investidores em pânico e levantando questões sobre a regulação e segurança das fintechs no Brasil.
Neste artigo, vamos explorar:
✅ O que era a Naskar e como funcionava?
✅ Por que oferecia rendimentos maiores que o Banco Master?
✅ O que levou ao colapso da fintech?
✅ Como os clientes foram afetados?
✅ O que dizem as autoridades e especialistas?
✅ Lições para investidores e o futuro das fintechs no Brasil
A Naskar era uma fintech brasileira que prometia investimentos com alta rentabilidade, superando até mesmo grandes bancos como o Banco Master. Fundada em [ano de fundação], a empresa se apresentava como uma plataforma de investimentos alternativos, oferecendo produtos como:

Imagem ilustrativa da plataforma Naskar (fonte: arquivo da empresa)
A Naskar operava como uma corretora digital, conectando investidores a oportunidades de alto retorno. Segundo a empresa, os rendimentos vinham de:
No entanto, especialistas alertavam que a promessa de retornos muito acima da média do mercado (como o CDI ou a poupança) era um sinal de alerta, pois poderia indicar um esquema Ponzi ou falta de transparência.
O Banco Master, conhecido por sua solidez e rentabilidade consistente, oferecia (e ainda oferece) CDBs com rendimentos próximos a 100% do CDI. Já a Naskar prometia até 20% ao ano em alguns produtos, o que era muito superior ao que os grandes bancos ofereciam.
A empresa alegava que seus ganhos vinham de:
✔ Empréstimos de alto risco (com taxas de juros elevadas)
✔ Investimentos em criptoativos (que, na época, estavam em alta)
✔ Operações de arbitragem (comprar barato em um mercado e vender caro em outro)
No entanto, analistas financeiros questionavam a sustentabilidade desse modelo, pois:
❌ Empréstimos de alto risco têm maior chance de inadimplência.
❌ Criptomoedas são voláteis e podem gerar perdas significativas.
❌ Arbitragem exige grande capital e expertise, algo que uma fintech iniciante dificilmente teria.
| Produto | Naskar | Banco Master |
|---|---|---|
| Conta Remunerada | Até 20% a.a. | ~100% do CDI (~12% a.a.) |
| CDB | Até 18% a.a. | 100-120% do CDI (~12-14% a.a.) |
| Investimento em Cripto | Sim (sem garantia) | Não oferece |
| Segurança | Sem garantia do FGC | Garantido pelo FGC (até R$ 250 mil) |
Conclusão: A Naskar oferecia retornos muito superiores, mas sem a segurança dos bancos tradicionais.
Em [mês/ano], a Naskar parou de pagar os investidores e, em seguida, sumiu do mapa. Clientes relataram:
Esquema Ponzi
Má Gestão Financeira
Fraude
Segundo estimativas, a Naskar administrava cerca de R$ 1 bilhão de clientes. Quando a empresa quebrou, milhares de investidores perderam suas economias.

Gráfico ilustrativo do crescimento e colapso da Naskar (fonte: dados estimados)
Os investidores da Naskar enfrentaram dificuldades para recuperar seu dinheiro. Alguns relatos incluem:
“Eu investi R$ 50 mil na Naskar porque prometiam 18% ao ano. Agora, não consigo sacar nada e o suporte não responde.” – João Silva, cliente da Naskar
“Eles diziam que era seguro, que tinham parcerias com grandes empresas. Mas no fim, era tudo mentira.” – Maria Oliveira, investidora
✔ Gustavo Cerbasi (Economista):
“Fintechs que prometem retornos muito acima do mercado devem ser vistas com desconfiança. O risco é alto, e muitas vezes o investidor não tem proteção.”
✔ Thiago Nigro (Primo Rico):
“Se uma empresa oferece 20% ao ano sem risco, desconfie. O mercado não funciona assim. O CDI está em 12%, e bancos sólidos pagam 100-120% disso. Qualquer coisa acima disso é especulação ou fraude.”
✔ Ana Leoni (Anbima):
“O caso da Naskar mostra a importância da educação financeira. Muitos investidores não entendem os riscos e caem em promessas milagrosas.”
O caso da Naskar serve como um alerta para quem investe em fintechs e plataformas digitais. Veja algumas dicas para não cair em armadilhas:
O caso da Naskar reacendeu o debate sobre a regulação das fintechs no Brasil. Atualmente:
✅ Maior transparência nas operações das fintechs.
✅ Obrigatoriedade de registro na CVM para plataformas de investimento.
✅ Limites para promessas de retorno muito acima do mercado.
✅ Campanhas de educação financeira para evitar novos golpes.
O colapso da Naskar deixou um rastro de prejuízos e desconfiança no mercado de fintechs. Enquanto algumas empresas oferecem serviços inovadores e seguros, outras aproveitam a falta de regulação para aplicar golpes.
Para os investidores, a lição é clara:
✔ Nunca confie em promessas de retorno muito acima do mercado.
✔ Verifique se a empresa é regulamentada.
✔ Diversifique seus investimentos e evite colocar todo o seu dinheiro em uma só plataforma.
O caso da Naskar não será o último, mas pode servir como um alerta para que o mercado financeiro brasileiro se torne mais seguro e transparente.
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Fontes: CNBC Brasil, Times Brasil, Banco Central, CVM, Reclame Aqui, depoimentos de investidores.