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A fintech brasileira de recebíveis públicos, Credere, anunciou recentemente um investimento de R$ 25 milhões (cerca de US$ 5 milhões) realizado por uma instituição financeira japonesa. O aporte reforça a posição da empresa no mercado de antecipação de créditos públicos e destaca o crescente interesse de investidores internacionais no setor de fintechs brasileiras.
Neste artigo, vamos explorar:
✅ O que são recebíveis públicos e como funcionam
✅ Quem é a Credere e seu modelo de negócios
✅ Detalhes sobre o investimento japonês
✅ O impacto desse aporte no mercado brasileiro
✅ Perspectivas para o futuro das fintechs de recebíveis
Os recebíveis públicos são direitos creditórios que empresas e pessoas físicas têm a receber do governo federal, estadual ou municipal. Esses créditos podem ser provenientes de:
Empresas que prestam serviços ao governo muitas vezes enfrentam prazos longos de pagamento, que podem chegar a 90, 120 ou até 180 dias. Para evitar problemas de caixa, elas podem antecipar esses recebíveis por meio de fintechs especializadas, como a Credere.
O processo geralmente funciona assim:
📌 Vantagens:
✔ Liquidez imediata para empresas
✔ Redução de inadimplência (já que o risco é do governo)
✔ Taxas competitivas em comparação com empréstimos bancários
A Credere é uma fintech brasileira fundada em 2018 com foco em antecipação de recebíveis públicos. A empresa utiliza tecnologia e análise de dados para oferecer soluções financeiras mais ágeis e acessíveis para PMEs (pequenas e médias empresas) que trabalham com o setor público.
A Credere atua como uma ponte entre empresas e investidores, permitindo que:
📊 Números da Credere (até 2024):
✅ Plataforma 100% digital – Sem necessidade de ir a bancos
✅ Análise de crédito rápida – Decisão em até 24 horas
✅ Taxas competitivas – Menores que as de empréstimos tradicionais
✅ Foco em PMEs – Empresas que muitas vezes não têm acesso a crédito bancário
A Credere anunciou um aporte de R$ 25 milhões (cerca de US$ 5 milhões) realizado pela instituição financeira japonesa SMBC (Sumitomo Mitsui Banking Corporation), um dos maiores bancos do mundo.
📌 Por que um banco japonês investiu na Credere?
Segundo a empresa, os recursos serão usados para:
🔹 Aumentar a capacidade de antecipação de recebíveis
🔹 Desenvolver novas soluções tecnológicas (como inteligência artificial para análise de crédito)
🔹 Expandir para novos estados brasileiros
🔹 Fortalecer parcerias com governos e instituições financeiras
O aporte da SMBC na Credere é um marco importante para o setor de fintechs de recebíveis públicos no Brasil. Veja os principais impactos:
Com mais recursos, a Credere poderá competir de forma mais agressiva com outras fintechs do segmento, como:
Muitas pequenas e médias empresas que trabalham com o governo enfrentam dificuldades para obter crédito. Com a expansão da Credere, mais negócios poderão antecipar seus recebíveis e manter o fluxo de caixa.
O investimento japonês pode abrir portas para que outras instituições estrangeiras invistam em fintechs brasileiras. Países como Japão, Coreia do Sul e Singapura têm demonstrado interesse crescente no mercado latino-americano.
O setor de antecipação de créditos públicos deve crescer ainda mais nos próximos anos, impulsionado por:
O mercado de fintechs de recebíveis públicos está em plena expansão, e a tendência é que continue crescendo nos próximos anos. Algumas projeções:
✅ Mais investimentos estrangeiros – Outros bancos e fundos internacionais devem seguir o exemplo da SMBC.
✅ Expansão para outros tipos de recebíveis – Além de créditos públicos, fintechs podem começar a antecipar recebíveis privados (como notas fiscais de empresas).
✅ Uso de blockchain e tokenização – Tecnologias como blockchain podem tornar o processo de antecipação mais seguro e transparente.
✅ Parcerias com governos – Algumas fintechs podem firmar acordos diretos com prefeituras e estados para agilizar pagamentos.
Se você tem uma empresa que presta serviços para o governo, a antecipação de recebíveis pode ser uma excelente alternativa para melhorar o fluxo de caixa. Além da Credere, outras fintechs do setor incluem:
O investimento de R$ 25 milhões da SMBC na Credere é um sinal claro de que o mercado de fintechs brasileiras está amadurecendo e atraindo a atenção de investidores globais. Para as PMEs que trabalham com o governo, isso significa mais opções de crédito e menos burocracia.
Além disso, o caso da Credere mostra que o Brasil é um mercado promissor para fintechs, especialmente em nichos como recebíveis públicos, onde há baixo risco e alta demanda.
🔹 Para investidores: O setor de fintechs de recebíveis oferece oportunidades de retorno com segurança.
🔹 Para empresas: A antecipação de créditos públicos pode ser a solução para problemas de caixa.
🔹 Para o mercado: O aporte japonês reforça a confiança no ecossistema fintech brasileiro.
E você, já utilizou alguma fintech para antecipar recebíveis? Compartilhe sua experiência nos comentários!
Espero que este artigo tenha sido útil! Se você gostou, compartilhe com outros empreendedores e investidores interessados no mercado de fintechs. 🚀
Deixe seu comentário: O que você acha desse tipo de investimento no Brasil? Acredita que mais fintechs receberão aportes internacionais?