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A Saks Global, holding que controlava marcas de luxo como Saks Fifth Avenue e Hudson’s Bay Company (HBC), enfrentou uma crise financeira que culminou em sua falência em 2023. Mas antes desse colapso, para quem a empresa estava direcionando seus pagamentos? Uma investigação do WWD (Women’s Wear Daily) revelou detalhes sobre os credores prioritários e as dívidas acumuladas pela varejista.
Neste artigo, vamos explorar:
✅ Quem eram os principais credores da Saks Global?
✅ Como a empresa priorizou seus pagamentos antes da falência?
✅ O que o WWD descobriu sobre as dívidas da empresa?
✅ O impacto da falência no mercado de luxo
A Saks Global era uma das maiores varejistas de luxo do mundo, com operações nos Estados Unidos, Canadá e Europa. No entanto, a empresa enfrentou uma série de desafios nos últimos anos, incluindo:
Em março de 2023, a empresa entrou com um pedido de proteção contra falência (Chapter 11) nos EUA, buscando reestruturar suas dívidas.
Segundo reportagens do WWD, a Saks Global priorizou pagamentos a credores estratégicos antes de declarar falência. Entre os principais beneficiados estavam:
A Saks Fifth Avenue dependia de fornecedores de marcas como Gucci, Prada, Chanel, Louis Vuitton e Balenciaga. Para manter o estoque de luxo, a empresa pagou parte das dívidas a esses fornecedores, evitando rupturas no abastecimento.
Exemplo:
Foto: Loja da Saks Fifth Avenue em Nova York – um dos principais pontos de venda de luxo.
A Saks Global tinha dívidas com grandes instituições financeiras, como:
Esses credores receberam pagamentos prioritários para evitar ações judiciais que pudessem acelerar a falência.
Embora a empresa tenha demitido milhares de funcionários, alguns executivos e gerentes seniores receberam bônus de retenção para permanecerem na empresa durante a reestruturação.
Controvérsia:
A Saks Fifth Avenue operava em locais premium, como:
Os proprietários desses imóveis (como Brookfield Properties e Simon Property Group) receberam aluguéis atrasados para evitar despejos.
O WWD publicou uma série de reportagens investigativas sobre a situação financeira da Saks Global. Alguns pontos-chave:

Fonte: WWD – Gráfico mostrando a distribuição das dívidas da Saks Global.
Após entrar com o pedido de Chapter 11, a Saks Global passou por um processo de reestruturação, que incluiu:
✔ Venda de ativos (como a Saks Off 5th, vendida para a Authentic Brands Group).
✔ Fechamento de lojas não lucrativas (incluindo algumas unidades da Hudson’s Bay no Canadá).
✔ Foco no e-commerce (a Saks Fifth Avenue manteve sua plataforma online, que representava uma parte significativa das vendas).
Em 2024, a empresa saiu da falência com um plano de recuperação, mas ainda enfrenta desafios para se recuperar completamente.
A falência da Saks Global serve como um alerta para o setor de varejo de luxo, mostrando que:
✅ Dívidas excessivas podem levar ao colapso, mesmo em empresas tradicionais.
✅ A priorização de pagamentos pode salvar operações, mas prejudica credores menores.
✅ O mercado de luxo está cada vez mais digital, e as lojas físicas precisam se adaptar.
O WWD desempenhou um papel crucial ao expor os detalhes financeiros da empresa, ajudando investidores e consumidores a entenderem melhor a crise.
E você, o que acha da gestão da Saks Global antes da falência? Deixe sua opinião nos comentários!
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