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Por [Seu Nome] | Publicado em [Data]
A Geração Z (nascidos entre 1997 e 2012) cresceu em um mundo de incertezas econômicas: crises financeiras, inflação, desemprego estrutural e a sensação de que o “sonho da casa própria” ou a estabilidade financeira são cada vez mais distantes. Enquanto as gerações anteriores podiam contar com empregos estáveis e aposentadorias garantidas, os jovens de hoje enfrentam um cenário de niilismo financeiro – a crença de que, não importa o esforço, o sistema está contra eles.
Foi nesse contexto que dois universitários brasileiros, cansados de ver amigos endividados e sem perspectivas, decidiram abandonar a faculdade para criar uma startup de cartão de crédito com um propósito: ensinar educação financeira de forma prática, acessível e sem julgamentos.
Neste artigo, vamos explorar:
✅ O que é niilismo financeiro e por que a Geração Z está tão desiludida
✅ A história de dois jovens que largaram a universidade para mudar o jogo
✅ Como uma startup de cartão de crédito pode ser a solução para a falta de educação financeira
✅ Os desafios de empreender no Brasil e as lições aprendidas
✅ O futuro das fintechs e o impacto na vida dos jovens
O niilismo financeiro é a desilusão com o sistema econômico, a sensação de que, não importa o quanto você estude, trabalhe ou economize, nunca alcançará estabilidade. É a crença de que:
Essa mentalidade é reforçada por:
📉 Crises econômicas recorrentes (2008, 2015, 2020, 2022)
💸 Endividamento crescente (67% dos brasileiros estão endividados, segundo a CNC)
🎓 Diploma não garante emprego (desemprego entre jovens é de 27%, segundo o IBGE)
📱 Influenciadores financeiros contraditórios (uns dizem “invista em Bitcoin”, outros “compre imóveis”)

Fonte: CNC (Confederação Nacional do Comércio)
Diante desse cenário, muitos jovens estão:
✔ Abandonando a faculdade (só no Brasil, 3 milhões de universitários desistiram em 2022)
✔ Procurando renda extra (freelancer, dropshipping, NFTs)
✔ Investindo em cripto e ativos de alto risco (por falta de educação financeira tradicional)
✔ Criando seus próprios negócios (startups, e-commerce, conteúdo digital)
Foi exatamente isso que Pedro (22) e Lucas (21), dois estudantes de Administração da USP, fizeram.
Pedro e Lucas se conheceram em um curso de empreendedorismo na USP. Ambos vinham de famílias de classe média, onde o assunto “dinheiro” era tabu. Enquanto estudavam teorias de gestão, perceberam que nenhuma disciplina ensinava como gerenciar o próprio salário, evitar dívidas ou investir.
“A gente via amigos pegando cartão de crédito sem entender juros, fazendo empréstimos para comprar iPhone e depois se afogando em dívidas. E o pior: ninguém ensinava isso na faculdade. Era como se o sistema financeiro fosse um clube exclusivo para quem já tinha dinheiro.” – Pedro, cofundador da startup
Em vez de apenas oferecer mais um cartão com cashback ou milhas, eles queriam criar uma ferramenta que ensinasse educação financeira na prática. Assim nasceu a FinEdu, uma fintech que:
📊 Mostra em tempo real o impacto de cada compra (ex: “Se você gastar R$ 500 em delivery, vai pagar R$ 1.200 em 12 meses com juros”)
💡 Dá dicas personalizadas (ex: “Você gastou 30% do seu limite em lazer. Que tal guardar 10% para emergências?”)
🎓 Oferece cursos gratuitos (sobre investimentos, planejamento financeiro, como sair das dívidas)
🔄 Permite ajustar o limite de crédito (para evitar endividamento)

Interface do app FinEdu, mostrando gastos e dicas financeiras
Depois de validar a ideia com amigos e potenciais usuários, Pedro e Lucas enfrentaram o maior dilema da vida deles: continuar na faculdade ou largar tudo para empreender?
“A gente tinha medo. A faculdade era um plano seguro, mas sentíamos que estávamos perdendo tempo. Se não fizéssemos agora, quando faríamos? Aos 30, com família e contas para pagar?” – Lucas
Eles decidiram trancar a matrícula (por precaução) e se dedicar 100% ao projeto. Com R$ 50 mil de investimento inicial (economias próprias e ajuda da família), começaram a desenvolver o MVP (Minimum Viable Product).
No Brasil, 70% dos inadimplentes têm dívidas no cartão de crédito (Serasa). Mas o problema não é o cartão em si, e sim a falta de educação financeira.
A FinEdu não quer apenas vender um cartão, mas transformar a relação das pessoas com o dinheiro. Como?

“A gente sabia que podia dar errado, mas preferimos tentar e falhar do que ficar com a dúvida ‘e se tivesse dado certo?'” – Pedro
🚀 Lançamento oficial do cartão de crédito (previsto para 2024)
📱 App com IA (que analisa seus gastos e sugere melhorias)
🎓 Plataforma de cursos certificados (em parceria com o MEC)
🌎 Expansão para outros países da América Latina
A FinEdu não quer apenas vender um produto, mas mudar uma mentalidade. Se der certo, pode:
✔ Reduzir o endividamento dos jovens
✔ Aumentar a taxa de poupança no Brasil (hoje, só 15% dos brasileiros guardam dinheiro)
✔ Mostrar que é possível ter controle financeiro sem abrir mão de viver
Pedro e Lucas compartilham 5 dicas para quem pensa em largar a faculdade para empreender:
A história de Pedro e Lucas mostra que a Geração Z não está condenada ao niilismo financeiro. Pelo contrário: eles estão criando suas próprias soluções, seja abandonando a faculdade, seja empreendendo, seja buscando alternativas fora do sistema tradicional.
A FinEdu é apenas um exemplo de como tecnologia + educação financeira podem transformar a relação das pessoas com o dinheiro. E o mais importante: não é preciso ser um gênio ou ter muito dinheiro para começar.
Se você também se sente desiludido com o sistema financeiro, a mensagem é clara:
🔹 Não espere que alguém resolva seus problemas.
🔹 Comece pequeno, mas comece.
🔹 O futuro não está nas mãos dos bancos ou do governo – está nas suas.
E você, já pensou em largar a faculdade para empreender? Ou conhece alguém que fez isso? Compartilhe nos comentários!
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(Imagens meramente ilustrativas. Créditos: Unsplash, Freepik, Canva)