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A Receita Federal do Brasil suspendeu as atividades de uma fintech ligada à Igreja Batista da Lagoinha, uma das maiores denominações evangélicas do país. A medida, que gerou repercussão no meio religioso e financeiro, levanta questões sobre transparência, regulação e o uso de instituições religiosas para operações financeiras.
Neste artigo, vamos explorar:
✅ O que é a fintech ligada à Lagoinha?
✅ Por que a Receita Federal suspendeu suas atividades?
✅ Qual a relação entre igrejas e fintechs no Brasil?
✅ Quais as consequências para a igreja e seus fiéis?
✅ O que dizem os especialistas sobre o caso?
A Igreja Batista da Lagoinha, fundada em 1957 em Belo Horizonte (MG), é uma das maiores e mais influentes igrejas evangélicas do Brasil, com milhares de fiéis e uma forte presença digital. Nos últimos anos, a igreja expandiu suas atividades para o setor financeiro, criando uma fintech (empresa de tecnologia financeira) para oferecer serviços como:
A fintech em questão, cujo nome não foi divulgado oficialmente pela Receita, operava sob o CNPJ da igreja ou de uma entidade vinculada, o que levantou suspeitas sobre possíveis irregularidades fiscais e falta de compliance.

Foto: Igreja Batista da Lagoinha, em Belo Horizonte (MG).
A Receita Federal suspendeu as operações da fintech após uma fiscalização que identificou indícios de irregularidades, entre elas:

Foto: Sede da Receita Federal em Brasília.
Nos últimos anos, várias igrejas evangélicas e católicas têm criado fintechs e bancos digitais para facilitar doações, dízimos e até empréstimos para fiéis. Alguns exemplos:
| Igreja | Fintech/Banco | Serviços Oferecidos |
|---|---|---|
| Igreja Universal do Reino de Deus | Banco da Fé | Contas digitais, empréstimos, investimentos |
| Igreja Assembleia de Deus | AD Bank | Cartões pré-pagos, pagamentos de dízimos |
| Igreja Católica | Banco da Providência | Microcrédito para comunidades carentes |
| Igreja Batista da Lagoinha | Fintech não identificada | Contas digitais, empréstimos, investimentos |
A suspensão da fintech pela Receita Federal pode trazer impactos significativos:
✔ Multas e Penalidades – A Receita pode aplicar multas milionárias por sonegação fiscal e operação irregular.
✔ Perda de Credibilidade – A imagem da igreja pode ser afetada, especialmente se houver suspeitas de má gestão.
✔ Processos Judiciais – Se comprovadas irregularidades, líderes da igreja podem responder criminalmente por lavagem de dinheiro ou evasão fiscal.
✔ Fechamento da Fintech – Se não regularizar a situação, a empresa pode ser extinta.
✔ Bloqueio de Contas – Quem tinha dinheiro na fintech pode ter dificuldade para sacar.
✔ Perda de Investimentos – Se a fintech oferecia fundos de investimento, os fiéis podem perder dinheiro.
✔ Dificuldade em Obter Empréstimos – Quem dependia dos serviços da fintech pode ficar sem acesso a crédito.
✔ Desconfiança nas Doações – Alguns fiéis podem reduzir suas contribuições por medo de irregularidades.

Foto: Culto na Igreja Batista da Lagoinha.
“Igrejas têm isenção fiscal, mas não podem usar esse benefício para atividades comerciais. Se a fintech estava operando como um banco sem autorização, a Receita está correta em suspender suas atividades. O caso da Lagoinha serve de alerta para outras igrejas que querem entrar no mercado financeiro.” – Dr. Carlos Eduardo, especialista em Direito Tributário
“O Brasil tem um problema sério com a falta de regulação das fintechs religiosas. Muitas operam na informalidade, o que aumenta o risco de fraudes. O Banco Central precisa criar regras específicas para esse setor.” – Dra. Ana Paula, economista
“A igreja deve se concentrar em sua missão espiritual, não em negócios financeiros. Quando misturamos fé com dinheiro, corremos o risco de perder a confiança dos fiéis.” – Pastor João, líder evangélico independente
A Igreja da Lagoinha tem algumas opções para resolver a situação:
O caso ainda está em investigação, e novas informações podem surgir nos próximos meses.
O caso da fintech da Igreja da Lagoinha é um sinal de alerta para o mercado religioso e financeiro no Brasil. Enquanto algumas igrejas veem nas fintechs uma oportunidade de crescimento, outras podem estar cruzando a linha entre fé e negócios, colocando em risco fiéis, recursos e a própria reputação da instituição.
✅ Transparência é fundamental – Igrejas que oferecem serviços financeiros devem ser claras sobre suas operações.
✅ Regulação é necessária – O Banco Central e a Receita Federal precisam fiscalizar melhor as fintechs religiosas.
✅ Fé não deve ser misturada com lucro – Quando igrejas priorizam o dinheiro, perdem a confiança dos fiéis.
✅ Fiéis devem ter cuidado – Antes de investir ou fazer empréstimos em fintechs religiosas, é preciso verificar se estão regulamentadas.
E você, o que acha desse caso? Deixe sua opinião nos comentários!
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