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Por [Seu Nome] | Publicado em [Data]
Os Estados Unidos, um dos maiores contribuintes financeiros das Nações Unidas (ONU), estão planejando realizar um pagamento inicial de parte dos bilhões de dólares em dívidas acumuladas com a organização. A informação foi confirmada pela enviada dos EUA para a ONU, Kelly Craft Waltz, em entrevista à CNBC.
A dívida dos EUA com a ONU tem sido um tema recorrente nas relações internacionais, especialmente após cortes orçamentários e atrasos em pagamentos durante a administração anterior. Agora, com a nova gestão, o governo americano sinaliza uma mudança de postura, buscando regularizar suas obrigações financeiras com a organização.
Neste artigo, vamos explorar:
✅ O que motivou os atrasos nos pagamentos dos EUA à ONU?
✅ Qual o valor total da dívida e quanto será pago inicialmente?
✅ As implicações desse pagamento para a ONU e a política externa dos EUA
✅ Reações internacionais e o futuro das contribuições americanas
Os Estados Unidos são o maior contribuinte individual da ONU, respondendo por cerca de 22% do orçamento regular da organização e 28% do orçamento de operações de paz. No entanto, nos últimos anos, os pagamentos têm sido irregulares, gerando preocupação entre os membros da ONU.
Durante o governo de Donald Trump (2017-2021), os EUA adotaram uma postura mais crítica em relação à ONU, questionando sua eficiência e exigindo reformas. Em 2017, o então presidente anunciou um corte de US$ 285 milhões no orçamento da organização, alegando que os EUA estavam “pagando demais” por um sistema que, segundo ele, não atendia aos interesses americanos.

Donald Trump durante discurso na Assembleia Geral da ONU em 2018. Fonte: ONU
Os EUA também reduziram sua participação financeira em missões de paz, argumentando que outros países (como China e Rússia) deveriam contribuir mais. Em 2019, o governo Trump congelou US$ 300 milhões destinados a operações no Oriente Médio e na África.
Algumas agências da ONU, como a UNRWA (Agência da ONU para Refugiados Palestinos), sofreram cortes significativos. Os EUA alegaram que a UNRWA tinha vínculos com grupos terroristas e que seu financiamento deveria ser revisto.
De acordo com relatórios da ONU, os Estados Unidos devem cerca de US$ 1 bilhão à organização, incluindo:
A enviada Kelly Craft Waltz não revelou o valor exato do pagamento inicial, mas fontes próximas ao governo americano indicam que os EUA pretendem quitar pelo menos 30% da dívida ainda em 2024, o que representaria cerca de US$ 300 milhões.

Gráfico: Evolução da dívida dos EUA com a ONU (2017-2023). Fonte: ONU
A decisão de regularizar os pagamentos reflete uma mudança na política externa americana sob a administração de Joe Biden, que busca reforçar o multilateralismo e a cooperação internacional.
Após quatro anos de tensões com aliados e organizações internacionais, os EUA buscam recuperar sua imagem como líder global. O pagamento das dívidas com a ONU é visto como um sinal de compromisso com a ordem internacional.
Membros do Congresso americano, especialmente democratas, têm pressionado o governo a honrar seus compromissos financeiros. Além disso, países como Alemanha, França e Japão (também grandes contribuintes) têm cobrado uma postura mais ativa dos EUA.
Os EUA dependem da ONU para resolver crises internacionais, como:

Joe Biden discursando na Assembleia Geral da ONU em 2021. Fonte: ONU
✔ Alívio financeiro: A ONU enfrenta dificuldades orçamentárias devido aos atrasos dos EUA. O pagamento inicial ajudará a manter operações essenciais, como missões de paz e programas humanitários.
✔ Maior estabilidade: Com os EUA regularizando seus pagamentos, outros países podem ser incentivados a cumprir suas obrigações.
✔ Reformas internas: A ONU pode usar esse momento para negociar mudanças em sua estrutura, como a redução de burocracia e maior transparência.
✔ Recuperação de influência: Ao pagar suas dívidas, os EUA reforçam seu papel de liderança na ONU, podendo influenciar mais decisões.
✔ Melhoria nas relações diplomáticas: Países aliados, como os da União Europeia, veem com bons olhos a regularização dos pagamentos.
✔ Pressão por reformas: Os EUA podem usar esse momento para exigir mudanças na ONU, como a redução de custos administrativos.
✔ Maior cooperação internacional: Com os EUA mais engajados, a ONU pode avançar em pautas globais, como clima, direitos humanos e segurança.
✔ Possível aumento de contribuições: Se os EUA demonstrarem compromisso, outros países podem aumentar suas doações, fortalecendo a organização.
A notícia do pagamento inicial foi recebida com otimismo por muitos países, mas também gerou ceticismo em alguns setores.
| País/Organização | Reação |
|---|---|
| União Europeia | Apoiou a decisão, destacando a importância do multilateralismo. |
| China | Criticou os EUA por “usar dinheiro como ferramenta política”, mas reconheceu a necessidade de regularização. |
| Rússia | Questionou se o pagamento virá acompanhado de “condições políticas”. |
| Brasil | Manifestou apoio, destacando a importância da ONU para a estabilidade global. |
| UNRWA | Celebraram a possibilidade de retomada de fundos, mas aguardam confirmação. |
Apesar do pagamento inicial, ainda há incertezas sobre o futuro das contribuições dos EUA. Alguns pontos a serem observados:
Os EUA podem vincular novos pagamentos a reformas na ONU, como:
Se a ONU atender às demandas americanas, os EUA podem aumentar sua participação financeira, especialmente em áreas como:
Se houver mudança de governo em 2024 (com a possível volta de Trump ou outro republicano), os pagamentos podem sofrer novos cortes.
O anúncio do pagamento inicial dos EUA à ONU é um sinal positivo para a organização e para a cooperação internacional. No entanto, ainda há desafios pela frente, como:
Para a ONU, esse momento é uma oportunidade de mostrar sua relevância e convencer os EUA (e outros países) de que vale a pena investir em um sistema multilateral forte.
E você, o que acha dessa decisão dos EUA? Acredita que a ONU deve passar por reformas? Deixe sua opinião nos comentários!
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