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Por [Seu Nome] | TradingView – Acompanhe Todos os Mercados
O mercado de criptomoedas continua a evoluir em ritmo acelerado, com grandes players da tecnologia entrando no jogo e startups de fintech buscando inovar em blockchains próprias (Layer 1s). No entanto, um executivo da Dragonfly Capital, uma das principais empresas de venture capital em cripto, alertou recentemente: “As L1s de fintech estão fadadas ao fracasso”.
Enquanto isso, gigantes como Apple, Google e Meta estão se preparando para lançar suas próprias carteiras de criptomoedas, o que pode mudar completamente o cenário de adoção em massa.
Neste artigo, vamos explorar:
✅ O que está por trás do lançamento de carteiras de cripto por big techs?
✅ Por que as blockchains de fintech (L1s) podem não dar certo?
✅ Quais são as implicações para investidores e traders?
✅ O que esperar do futuro das criptomoedas com a entrada desses players?
Recentemente, rumores e anúncios confirmaram que grandes empresas de tecnologia estão desenvolvendo suas próprias carteiras de criptomoedas. Entre elas:
A Apple já possui uma infraestrutura robusta de pagamentos com o Apple Pay e, segundo fontes como Bloomberg, está trabalhando em uma carteira de criptomoedas nativa para o iOS.
O que isso significa?
Imagem ilustrativa: Apple Wallet com suporte a criptomoedas.
O Google já permite a compra de criptomoedas via Google Pay em parceria com exchanges como Coinbase. No entanto, há indícios de que a empresa está desenvolvendo uma carteira própria para armazenamento e transações diretas.
Vantagens:
A Meta (antigo Facebook) já tentou lançar sua própria criptomoeda, o Diem (ex-Libra), mas enfrentou resistência regulatória. Agora, a empresa está revisando sua estratégia e pode relançar uma carteira digital com foco em stablecoins e pagamentos transfronteiriços.
O que esperar?
Enquanto as big techs avançam, muitas fintechs e startups estão tentando criar suas próprias blockchains Layer 1 (L1s) para competir com Ethereum, Solana e outras redes estabelecidas.
No entanto, Haseeb Qureshi, sócio-gerente da Dragonfly Capital, afirmou em uma entrevista recente que “a maioria das L1s de fintech vai fracassar”. Mas por quê?
A maioria das L1s de fintech não traz nenhuma inovação real em relação às blockchains existentes. Elas são, em muitos casos, cópias de Ethereum ou Solana com pequenas modificações.
Exemplos de L1s que já enfrentam dificuldades:
Gráfico: Dominância de mercado das principais blockchains (Ethereum, Solana, BNB Chain).
Muitas L1s acreditam que, se oferecerem taxas baixas e velocidade, os desenvolvedores e usuários migrarão automaticamente. Mas não é tão simples.
Fatores que impedem a adoção:
✔ Efeito de rede: Ethereum e Solana já têm milhares de dApps e usuários. É difícil competir com isso.
✔ Liquidez fragmentada: Cada nova L1 divide a liquidez do mercado, tornando os ativos menos valiosos.
✔ Falta de casos de uso reais: Muitas L1s são criadas apenas para especulação, sem aplicações práticas.
As fintechs enfrentam dois grandes desafios:
Exemplo: O fracasso do Diem (Meta)
O projeto Diem (ex-Libra) foi abandonado porque:
Com a entrada das big techs e o possível fracasso das L1s de fintech, o mercado de cripto pode passar por grandes mudanças. Veja o que esperar:
✅ Big Techs como Apple e Google: Se lançarem carteiras, podem impulsionar o preço de Bitcoin e Ethereum devido à adoção em massa.
✅ Stablecoins: Empresas como Meta e Google devem focar em USDC, USDT e stablecoins reguladas, o que pode aumentar sua demanda.
✅ Tokens de infraestrutura: Projetos que facilitam a integração de cripto com big techs (como Chainlink, Polygon e Solana) podem se beneficiar.
❌ L1s de fintech: Muitas podem perder valor se não conseguirem adoção.
❌ Centralização: Carteiras de big techs podem controlar mais o mercado, reduzindo a descentralização.
❌ Regulação: Governos podem restringir o uso de cripto em carteiras de grandes empresas.
A entrada de Apple, Google e Meta no mercado de cripto pode ser um divisor de águas para a adoção em massa. Enquanto isso, as L1s de fintech enfrentam um caminho difícil, com poucas chances de sucesso a longo prazo.
Para traders e investidores, isso significa:
✔ Oportunidades em projetos consolidados (BTC, ETH, SOL).
✔ Cautela com L1s novas e sem diferenciação.
✔ Atenção às stablecoins e pagamentos digitais, que devem crescer com a entrada das big techs.
E você, o que acha? Acredita que as big techs vão dominar o mercado de cripto ou as L1s de fintech ainda têm chance? Deixe sua opinião nos comentários!
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