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Por [Seu Nome] | Publicado em [Data] | CartaCapital
Nos últimos dias, o nome do deputado federal Eduardo Velloso (União Brasil-AC) ganhou destaque nas manchetes após a Polícia Federal (PF) deflagrar uma operação que investiga supostos desvios de emendas parlamentares via Pix. A operação, batizada de “Operação Pix Parlamentar”, mira irregularidades no uso de recursos públicos destinados a emendas individuais, um mecanismo que permite aos parlamentares direcionar verbas federais para projetos em seus estados.
Mas quem é Eduardo Velloso? Qual sua trajetória política? E como ele se tornou alvo de uma investigação tão grave? Neste artigo, vamos detalhar a carreira do deputado, os fatos que levaram à operação da PF e o impacto desse caso no cenário político brasileiro.
Eduardo Velloso é um político brasileiro filiado ao União Brasil, partido resultante da fusão entre o DEM e o PSL. Natural de Rio Branco (AC), ele foi eleito deputado federal pelo Acre em 2018 e reeleito em 2022, com mais de 30 mil votos.
Antes de ingressar na Câmara dos Deputados, Velloso teve uma carreira política no Acre:
Como deputado federal, Velloso integrou comissões importantes, como:
Ele também foi relator de projetos relacionados a infraestrutura e desenvolvimento regional, áreas cruciais para o Acre, estado que enfrenta desafios logísticos e econômicos.
Velloso é conhecido por uma postura conservadora, alinhada ao centro-direita. Entre suas principais bandeiras estão:
As emendas parlamentares são recursos do Orçamento da União que deputados e senadores podem direcionar para projetos em seus estados. Tradicionalmente, esses repasses eram feitos por meio de convênios com prefeituras e órgãos públicos.
No entanto, com a popularização do Pix, alguns parlamentares passaram a usar o sistema de pagamentos instantâneos para transferir verbas diretamente para contas de pessoas físicas ou jurídicas, sem a devida fiscalização. Esse mecanismo ficou conhecido como “Emendas Pix”.
A Operação Pix Parlamentar, deflagrada em junho de 2024, investiga um esquema de desvio de emendas parlamentares no Acre, com suspeitas de:
Segundo a PF, Eduardo Velloso seria um dos principais envolvidos, tendo autorizado repasses suspeitos para contas de terceiros, sem a devida comprovação de que os recursos foram aplicados em projetos públicos.
O Pix, criado pelo Banco Central em 2020, facilitou transações rápidas e sem burocracia. No entanto, sua falta de rastreabilidade em alguns casos tornou-se um problema para o controle de recursos públicos.
No caso das emendas, a ausência de um sistema de fiscalização eficiente permitiu que parlamentares e gestores desviassem verbas com mais facilidade, transferindo dinheiro para contas pessoais ou de empresas sem transparência.
Em nota, o deputado negou qualquer irregularidade e afirmou que:
“Todas as emendas foram destinadas a projetos de interesse público, com a devida prestação de contas. Estou à disposição das autoridades para esclarecer qualquer dúvida.”
Velloso também criticou a operação, alegando que ela teria motivação política, em um momento de tensão entre o governo Lula e a oposição.
O caso reacendeu o debate sobre a necessidade de maior fiscalização das emendas parlamentares. Alguns deputados defendem:
Por outro lado, parlamentares da base aliada ao governo Lula veem a operação como uma tentativa de enfraquecer a oposição, enquanto a oposição acusa o Planalto de perseguir adversários políticos.
Se as investigações confirmarem as irregularidades, Eduardo Velloso pode enfrentar:
O caso de Eduardo Velloso é mais um exemplo de como o sistema de emendas parlamentares no Brasil ainda carece de transparência e fiscalização. Embora o mecanismo seja importante para levar recursos a regiões carentes, sua vulnerabilidade a fraudes exige reformas urgentes.
Enquanto a Polícia Federal aprofunda as investigações, o Congresso Nacional terá que debater mudanças na legislação para evitar que novos casos como esse ocorram. Para os eleitores, resta acompanhar os desdobramentos e cobrar responsabilidade dos representantes.
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