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O Brasil está vivendo uma revolução nos pagamentos digitais. Com uma população de mais de 215 milhões de pessoas, um mercado financeiro em rápida transformação e a adoção acelerada de tecnologias como Pix, carteiras digitais e fintechs, o país se tornou um dos principais campos de batalha para empresas que buscam dominar o setor de pagamentos globais.
Nesse cenário, a Thunes, uma plataforma global de pagamentos, tem se destacado como uma das principais players no mercado brasileiro. Mas como ela está se posicionando nessa corrida? Quais são os desafios e oportunidades? E o que o futuro reserva para os pagamentos digitais no Brasil?
Neste artigo, vamos explorar:
✅ O cenário dos pagamentos digitais no Brasil
✅ O que é a Thunes e como ela atua no país
✅ Os principais concorrentes e o diferencial da Thunes
✅ Desafios regulatórios e de infraestrutura
✅ O futuro dos pagamentos digitais no Brasil
O Brasil sempre foi um mercado complexo para pagamentos, com uma alta taxa de desbancarização (cerca de 30% da população não tinha conta bancária em 2020, segundo o Banco Central). No entanto, nos últimos anos, o país passou por uma transformação digital sem precedentes, impulsionada por:
Lançado em novembro de 2020, o Pix revolucionou os pagamentos no Brasil. Em menos de três anos, o sistema já superou 150 milhões de usuários e movimentou mais de R$ 15 trilhões em transações (dados do Banco Central, 2023).

Fonte: Banco Central do Brasil
Por que o Pix foi um sucesso?
✔ Gratuidade para pessoas físicas
✔ Instantaneidade (transações em segundos, 24/7)
✔ Inclusão financeira (permite pagamentos sem conta bancária)
✔ Adesão massiva de lojas físicas e online
Empresas como PicPay, Mercado Pago, Nubank, PagBank e PayPal estão dominando o mercado de carteiras digitais. Segundo a Statista, o número de usuários de e-wallets no Brasil deve chegar a 100 milhões até 2025.

Fonte: Statista
O Brasil é o maior mercado de fintechs da América Latina, com mais de 1.300 empresas atuando no setor (dados da Finnovista). Bancos digitais como Nubank, Inter, C6 Bank e Neon estão competindo diretamente com os bancos tradicionais, oferecendo taxas mais baixas, serviços 100% digitais e maior acessibilidade.
Com a pandemia, o e-commerce brasileiro cresceu 74% em 2020 (dados da Ebit/Nielsen). Em 2023, o setor movimentou mais de R$ 200 bilhões, e a expectativa é que continue crescendo a uma taxa de 15% ao ano.
A Thunes é uma plataforma global de pagamentos que conecta empresas, bancos e carteiras digitais em mais de 100 países, facilitando transferências internacionais e pagamentos locais.
Fundada em 2016 e com sede em Singapura, a Thunes se posiciona como uma ponte entre mercados emergentes e o sistema financeiro global, ajudando empresas a enviar e receber pagamentos de forma rápida, segura e com baixas taxas.
A Thunes atua como um hub de pagamentos, permitindo que empresas façam transferências internacionais sem precisar de múltiplas contas bancárias ou parcerias locais.
Exemplo de fluxo de pagamento com a Thunes:

Fonte: Thunes
O Brasil é um mercado estratégico para a Thunes por vários motivos:
✅ Alto volume de remessas internacionais (o Brasil é o 5º maior receptor de remessas do mundo, segundo o Banco Mundial).
✅ Crescimento do e-commerce cross-border (muitos brasileiros compram em sites internacionais, como Amazon, AliExpress e Shein).
✅ Adoção massiva do Pix e carteiras digitais (a Thunes pode integrar esses métodos de pagamento em suas soluções).
✅ Regulamentação favorável (o Banco Central tem incentivado a inovação em pagamentos).
Em 2022, a Thunes anunciou uma parceria com o Banco Rendimento para oferecer transferências internacionais mais rápidas e baratas para o Brasil. Além disso, a empresa está expandindo sua rede de parceiros locais, incluindo bancos, fintechs e processadores de pagamento.
O mercado de pagamentos digitais no Brasil é altamente competitivo, com players globais e locais disputando espaço. Os principais concorrentes da Thunes incluem:
✔ Foco em transferências internacionais com taxas baixas.
✔ Parceria com o Banco Rendimento para operações no Brasil.
✔ Popular entre freelancers e pequenas empresas.
✔ Especializada em remessas para imigrantes.
✔ Oferece cash pickup em redes como Banco do Brasil e Caixa.
✔ Presença forte nos EUA e Europa.
✔ Uma das maiores redes de remessas do mundo.
✔ Permite saques em dinheiro em milhares de pontos no Brasil.
✔ Taxas mais altas em comparação com fintechs.
✔ Líder em pagamentos online.
✔ Integração com e-commerce e marketplaces.
✔ Taxas elevadas para transferências internacionais.
✔ Maior carteira digital da América Latina.
✔ Oferece transferências internacionais via parcerias.
✔ Foco em e-commerce e pagamentos locais.
✔ Carteira digital com mais de 30 milhões de usuários.
✔ Permite transferências via Pix e recarga de celular.
✔ Expansão para serviços financeiros (empréstimos, investimentos).
Enquanto muitos concorrentes focam em remessas pessoais ou e-commerce, a Thunes se destaca por:
✅ Soluções B2B (Business-to-Business) – Atende empresas que precisam fazer pagamentos internacionais em escala.
✅ Integração com múltiplos métodos de pagamento (Pix, carteiras digitais, contas bancárias).
✅ Baixas taxas e velocidade – Transferências em horas ou minutos, não dias.
✅ Rede global – Conecta mais de 100 países, facilitando pagamentos cross-border.
Apesar do enorme potencial, o mercado brasileiro apresenta desafios significativos para empresas como a Thunes:
O Banco Central do Brasil (BCB) tem regras rígidas para transferências internacionais, câmbio e prevenção à lavagem de dinheiro (AML). Empresas precisam:
✔ Obter licenças específicas (como a de Instituição de Pagamento).
✔ Cumprir normas de compliance (como a Lei de Lavagem de Dinheiro).
✔ Manter transparência nas operações.
Embora o Pix tenha unificado parte do sistema, ainda existem:
✔ Diferenças entre bancos tradicionais e digitais.
✔ Limitações em horários de processamento (alguns bancos não operam 24/7).
✔ Taxas ocultas em transferências internacionais.
Como vimos, o mercado é dominado por gigantes como PayPal, Wise e Mercado Pago, além de bancos tradicionais que estão se digitalizando. A Thunes precisa diferenciar seu serviço para ganhar mercado.
O Brasil é um dos países com maior número de fraudes financeiras (segundo a Febraban). Empresas de pagamentos precisam investir em:
✔ Autenticação em duas etapas (2FA).
✔ Inteligência artificial para detecção de fraudes.
✔ Parcerias com empresas de segurança cibernética.
Muitas empresas e consumidores ainda não conhecem soluções como a Thunes. É necessário:
✔ Campanhas de marketing para explicar os benefícios.
✔ Parcerias com fintechs e bancos locais.
✔ Treinamento para empresas sobre pagamentos internacionais.
O mercado de pagamentos digitais no Brasil ainda está em expansão, e as projeções são otimistas. Algumas tendências que devem moldar o futuro incluem:
O Open Banking (lançado em 2021) permite que dados financeiros sejam compartilhados entre instituições, facilitando:
✔ Pagamentos mais rápidos e personalizados.
✔ Novos modelos de negócios (como empréstimos baseados em histórico de pagamentos).
✔ Maior competição entre fintechs e bancos.
O Pix já usa QR Codes, mas a tendência é que pagamentos por aproximação (NFC) cresçam, especialmente com a adoção de smartphones e wearables.
Embora o Banco Central tenha lançado o Real Digital (CBDC), o Brasil já é um dos maiores mercados de criptomoedas da América Latina. Empresas como a Thunes podem explorar:
✔ Pagamentos internacionais com stablecoins.
✔ Conversão automática entre moedas fiduciárias e cripto.
Com a competição acirrada, é provável que vejamos fusões e aquisições entre fintechs, bancos digitais e plataformas de pagamento. A Thunes pode:
✔ Adquirir empresas locais para expandir sua rede.
✔ Firmar parcerias estratégicas com grandes players.
O Pix foi um sucesso no Brasil, e agora o Banco Central está trabalhando em um sistema de pagamentos instantâneos internacional, chamado Nexus. Quando lançado, isso pode revolucionar as transferências cross-border, tornando-as tão rápidas quanto o Pix.
A Thunes tem um grande potencial no Brasil, mas enfrenta desafios regulatórios, concorrência acirrada e a necessidade de educar o mercado. No entanto, sua abordagem B2B, integração com múltiplos métodos de pagamento e rede global a colocam em uma posição forte para competir.
Pontos fortes da Thunes:
✔ Soluções para empresas, não apenas consumidores.
✔ Baixas taxas e velocidade nas transferências.
✔ Integração com Pix, carteiras digitais e bancos locais.
Desafios a superar:
✔ Concorrência de gigantes como Wise e PayPal.
✔ Regulamentação complexa do Banco Central.
✔ Necessidade de maior visibilidade no mercado.
Se a Thunes conseguir expandir suas parcerias, melhorar a experiência do usuário e se adaptar às mudanças regulatórias, ela pode se tornar uma das principais plataformas de pagamentos digitais no Brasil.
E você, o que acha? A Thunes tem chances de dominar o mercado brasileiro? Deixe sua opinião nos comentários! 🚀
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